Ofício e Arte

Sobre mim

Encantei-me com a arte ainda criança. Comecei a estudar pintura aos oito anos de idade, com minha tia Marika Duarte, e nunca mais parei. Daquela época até hoje, já aprendi a pintar e desenhar sobre vários suportes, a costurar e bordar, a tricotar, a fazer crochê, a modelar argila, esculpir madeira, encadernar livros, fotografar, e hoje o meu meio de expressão preferido é a técnica mista, que me permite usar todos esses recursos para criar a minha arte. De arquiteta e urbanista passei a arte-educadora e, depois de ver os efeitos do fazer artístico sobre as “minhas” crianças, a arteterapeuta convicta e apaixonada. Na companhia de pessoas competentes e queridas, participo de um grupo que estuda as interfaces entre arte e gestalt-terapia. Nossas reuniões renderam um livro que muito me orgulha, e sobre o qual temos recebido retornos gratificantes: Arte como Espelho: experimentos em arte terapia gestáltica, organizado pela  Drª Ana Maria M. Kiyan e pelo psicólogo Ricardo Bonante, publicado pela Editora Altana. Temos outro livro em preparação, em breve darei notícias dele. Da arteterapia para a psicologia foi um pulo – sou também psicóloga.

Depois de muito tempo achando que tinha dois pés esquerdos e nenhuma coordenação motora, retomei uma atividade que sempre me deu um prazer enorme: a dança. Em criança, estudei ballet clássico por muitos anos, mas nunca me achei especialmente talentosa. Foi nas Danças Circulares que recuperei a capacidade de me expressar através do corpo, inicialmente aprendendo com grandes mestres como Renata Ramos, Maria-Gabriele Wosien, Ray Price, Peter Valance, Fleur Barragan, Nanni Kloke, Vaneri de Oliveira, Andy Bettis, France e Yves Moreau, entre outros; mais tarde, sem deixar nunca de buscar cada vez mais conhecimento,comecei a focalizar rodas e também a coreografar. Hoje, as danças circulares são parte integrante de minha vida pessoal e profissional.

Meu pai sempre recorda que, quando eu era criança e alguém me perguntava o que eu queria ser quando crescesse, eu respondia: “Professora, enfermeira e mãe”.  Cresci e, das três, exerço quase todas. Ser mãe é a minha realização mais importante e difícil, e a que me traz mais satisfação. Tenho dois filhos lindos, hoje já moços. Educar é algo que nunca deixarei de fazer, tornei-me professora universitária e me dedico a multiplicar e compartilhar os conhecimentos que busco sempre atualizar. Enfermeira não sou, não cuido das dores do corpo, mas como psicóloga e arteterapeuta, trato das dores da alma. Hoje me dedico a cuidar de cuidadores como eu, a atender pessoas que acreditam no infinito potencial de transcender do humano, a usar a arte como instrumento de auto-conhecimento e de realização e a procurar ampliar e compartilhar cada vez mais o meu pequeno repertório de conhecimento sobre os mistérios da vida e do mundo.

Se você tiver alguma dúvida ou quiser mais informações sobre o meu trabalho, clique aqui para mandar uma mensagem.

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